Deepak Chopra, em seu livro "O Efeito Sombra", responde à própria pergunta "Como pode um self dividido atingir a plenitude?" citando Krishnamurti:
"A liberdade não é o fim do caminho. É o começo. Não há lugar algum para ir. A liberdade é a primeira e a última coisa no caminho".
Segundo Chopra, a doutrina de Krishnamurti, da primeira e da última liberdade, "foi seu modo de dizer que a plenitude - estado de liberdade completa - não tem a ver com a escolha disso ou daquilo. Não tem a ver com ser bom em vez de mau, ser puro em vez de impuro. A plenitude não tem divisões. Ela é tudo. Dessa forma, tem de ser o começo e o fim ao mesmo tempo".
O nosso trabalho está em justamente transformar essa perspectiva em uma forma prática de vida. Eis o desafio: temos de experimentar o que a plenitude realmente é.
E o autor continua: "Ser pleno é estar inteiramente curado. E se isto é verdade, então, independente do quanto você viva bem, não estará inteiramente curado até que seu self dividido seja transformado.
(...) É crucial saber que você não vai deixar de ser você mesmo se buscar a transformação".
"Quanto mais forte a luz, maior a sombra".
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terça-feira, 11 de janeiro de 2011
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
O COMPROMISSO CRIA LIBERDADE
"Se nunca mais quiser ver um homem pela frente, diga-lhe:
'Eu te amo, quero me casar contigo,
Quero ser a mãe dos teus filhos...'
Eles saem cantando os pneus."
(Comediante Rita Rudner)

Muita gente estabelece associações negativas com o termo compromisso. Geralmente os homens, em particular, resistem à idéia de compromisso porque a identificam como limitação e perda de liberdade.
Acredito que o compromisso tem efeito contrário: ele evita que você desperdice sua energia emocional em muitas direções, permitindo que se concentre numa única pessoa.
Você está livre para poder mergulhar no relacionamento, para amar e dar plenamente sem quaisquer restrições. Isso cria uma experiência de se deixar ir, de entrega, não para o parceiro propriamente dito, mas para o amor em si mesmo.
Isso apenas se torna verdadeiro, é claro, quando você está com a pessoa certa.
'Eu te amo, quero me casar contigo,
Quero ser a mãe dos teus filhos...'
Eles saem cantando os pneus."
(Comediante Rita Rudner)

Muita gente estabelece associações negativas com o termo compromisso. Geralmente os homens, em particular, resistem à idéia de compromisso porque a identificam como limitação e perda de liberdade.
Acredito que o compromisso tem efeito contrário: ele evita que você desperdice sua energia emocional em muitas direções, permitindo que se concentre numa única pessoa.
Você está livre para poder mergulhar no relacionamento, para amar e dar plenamente sem quaisquer restrições. Isso cria uma experiência de se deixar ir, de entrega, não para o parceiro propriamente dito, mas para o amor em si mesmo.
Isso apenas se torna verdadeiro, é claro, quando você está com a pessoa certa.
Assumir um compromisso com a pessoa certa vai liberá-la emocionalmente.
Assumir um compromisso com a pessoa errada vai aprisioná-la emocionalmente.
(Barbara de Angelis, do livro "Você é a pessoa certa para mim?")
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quinta-feira, 22 de julho de 2010
Liberdade X Angústia
Somos, fomos e seremos, no fundo de nós mesmos, inexplicáveis. E também imprevisíveis: já que a razão não nos decifra, já que os conceitos não nos enquadram, como poderíamos quantificar a nós mesmos?
E é nessa incapacidade de prever, de explicar ou de controlar nossa própria estadia sobre a Terra que Kierkegaard baseia seu conceito de angústia.
Segundo Kierkegaard, a agústia é o fruto estonteante da liberdade humana.
Parece contraditório a primeira vista, mas o filósofo acreditava apaixonantemente em Deus, porém também afirmava que sua existência não podia ser comprovada pela razão. A divindade de Kierkegaard estava além da inteligência humana - e de nada adiantaria recorrer a Ele em busca de dicas ou soluções para nossos dilemas. Nesse sentido, o livre-arbítrio do ser humano é absoluto e inviolável: Deus jamais interfere em um único ato de suas criaturas, por mais desastrosas que venham a ser suas conseqüências.
A angústia é, precisamente, a consciência dessa liberdade sem freios, sem bordas e sem qualquer segurança - a tontura diante do abismo de possibilidades que se abre diante de nós a cada segundo.
A sabedoria existencial está em aceitar nossa insegurança como a outra face de nossa liberdade - uma espécie de barganha tácita entre Deus e suas criaturas.
(Qualquer reclamação é só ir ao procon cósmico!)
Condenado a dar saltos no escuro, o homem tem de assumir plena responsabilidade pelos inevitáveis erros de sua frágil inteligência.
(Trechos do artigo "O tremor", da Revista Vida simples Agosto/2010)
E é nessa incapacidade de prever, de explicar ou de controlar nossa própria estadia sobre a Terra que Kierkegaard baseia seu conceito de angústia.
Segundo Kierkegaard, a agústia é o fruto estonteante da liberdade humana.
Parece contraditório a primeira vista, mas o filósofo acreditava apaixonantemente em Deus, porém também afirmava que sua existência não podia ser comprovada pela razão. A divindade de Kierkegaard estava além da inteligência humana - e de nada adiantaria recorrer a Ele em busca de dicas ou soluções para nossos dilemas. Nesse sentido, o livre-arbítrio do ser humano é absoluto e inviolável: Deus jamais interfere em um único ato de suas criaturas, por mais desastrosas que venham a ser suas conseqüências.
A angústia é, precisamente, a consciência dessa liberdade sem freios, sem bordas e sem qualquer segurança - a tontura diante do abismo de possibilidades que se abre diante de nós a cada segundo.
A sabedoria existencial está em aceitar nossa insegurança como a outra face de nossa liberdade - uma espécie de barganha tácita entre Deus e suas criaturas.
(Qualquer reclamação é só ir ao procon cósmico!)
Condenado a dar saltos no escuro, o homem tem de assumir plena responsabilidade pelos inevitáveis erros de sua frágil inteligência.
(Trechos do artigo "O tremor", da Revista Vida simples Agosto/2010)
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domingo, 4 de julho de 2010
Vivendo a liberdade no Maranhão
"O ser humano é ser humano por ser, em si mesmo, um projeto de liberdade. Ele é a expressão do desejo de ser livre, ser um ser. Cada homem ou mulher é uma liberdade vivendo segundo um projeto original de ser e de escolher."
(Levi Leonel de Souza)
Festejando a liberdade

Caminhos da Liberdade

Fotos tiradas por: Gisele M Borges e Alessandra M Borges. Santo Amaro do Maranhão/MA
(Levi Leonel de Souza)
Festejando a liberdade
Caminhos da Liberdade
Fotos tiradas por: Gisele M Borges e Alessandra M Borges. Santo Amaro do Maranhão/MA
segunda-feira, 31 de maio de 2010
O QUE É A SUA LIBERDADE?

PROJETO LIBERDADE

VOE ATÉ OS SEUS SONHOS

AMPLIE OS SEUS HORIZONTES
PORQUE A VIDA É UMA GRANDE VIAGEM
PROJETO LIBERDADE
VOE ATÉ OS SEUS SONHOS
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sexta-feira, 21 de maio de 2010
Do denso ao sutil
Então a pergunta que Krishnamurti faz é: O que podemos fazer para promover em nossa própria essência uma revolução total, uma mutação psicológica radical, para não sermos mais brutais, violentos, competitivos, ansiosos, ávidos, invejosos, e para que brote definitivamente a fonte inesgotável do amor e da afeição em nós? Isto é, o que podemos fazer para voltarmos a ser livres como uma criança?
Sua resposta para esta pergunta é: Apenas Olhar, Observar. Prestar atenção verdadeiramente, realmente, em tudo o que está dentro e fora de nós. Ver as correntes que nos prendem, observar os grilhões a que estamos atados, as mentiras, os sonhos, as fantasias. Um encontro cara a cara com a verdade, cada dia mais profundo. E quando aprendermos a olhar de maneira tão sincera e real, disse Krishnamurti, tudo se esclarecerá. As correntes começarão a se desfazer, a visão estará mais límpida e desimpedida.
É claro que, isso pode ser doloroso.
O que Krishnamurti nos propões é sermos como uma criança, uma borboleta que se transformou radicalmente ao abandonar o estágio de larva e lagarta. Essa criança pode viver tranquilamente no mundo, mas não pertencer mais a ele.
É criativa, leve e solta. E feliz. Nada mais a sufoca.
Ela é a única realmente livre. (...)
Embora o pensador indiano não acreditasse no potencial transformador das religiões, pode-se dizer que alguém, ao viver o âmago de um ensinamento espiritual, como Buda ou Jesus, também conquista essa mesma liberdade e pureza. Mas será que nós, pobres mortais, também a atingimos? (...)
A primeira coisa que se torna evidente depois de olhar e observar é que sequer conseguimos seguir o sistema, religião ou ideologia que defendemos com tanto ardor. “Você tem suas inclinações, tendências e pressões peculiares, que colidem com o sistema que julga seguir, portanto, existe uma contradição básica. Você tem assim uma vida dupla, entre a ideologia do sistema e a realidade de sua vida diária”, diz Krishnamurti. No esforço para se ajustar à ideologia (ou religião, ou doutrina), você recalca a si mesmo, seu ser verdadeiro. Sua essência é massacrada por um milhão de vozes: de sua personalidade, da sociedade, de sua própria consciência fragmentada. “No entanto, o que é realmente verdadeiro não é a ideologia, mas aquilo que você é.”
Sua resposta para esta pergunta é: Apenas Olhar, Observar. Prestar atenção verdadeiramente, realmente, em tudo o que está dentro e fora de nós. Ver as correntes que nos prendem, observar os grilhões a que estamos atados, as mentiras, os sonhos, as fantasias. Um encontro cara a cara com a verdade, cada dia mais profundo. E quando aprendermos a olhar de maneira tão sincera e real, disse Krishnamurti, tudo se esclarecerá. As correntes começarão a se desfazer, a visão estará mais límpida e desimpedida.
É claro que, isso pode ser doloroso.
O que Krishnamurti nos propões é sermos como uma criança, uma borboleta que se transformou radicalmente ao abandonar o estágio de larva e lagarta. Essa criança pode viver tranquilamente no mundo, mas não pertencer mais a ele.
É criativa, leve e solta. E feliz. Nada mais a sufoca.
Ela é a única realmente livre. (...)
Embora o pensador indiano não acreditasse no potencial transformador das religiões, pode-se dizer que alguém, ao viver o âmago de um ensinamento espiritual, como Buda ou Jesus, também conquista essa mesma liberdade e pureza. Mas será que nós, pobres mortais, também a atingimos? (...)
A primeira coisa que se torna evidente depois de olhar e observar é que sequer conseguimos seguir o sistema, religião ou ideologia que defendemos com tanto ardor. “Você tem suas inclinações, tendências e pressões peculiares, que colidem com o sistema que julga seguir, portanto, existe uma contradição básica. Você tem assim uma vida dupla, entre a ideologia do sistema e a realidade de sua vida diária”, diz Krishnamurti. No esforço para se ajustar à ideologia (ou religião, ou doutrina), você recalca a si mesmo, seu ser verdadeiro. Sua essência é massacrada por um milhão de vozes: de sua personalidade, da sociedade, de sua própria consciência fragmentada. “No entanto, o que é realmente verdadeiro não é a ideologia, mas aquilo que você é.”
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LIBERDADE: A CORAGEM DE SER VOCÊ MESMO.
A Liberdade é a coisa mais importante da vida.
Como reconhecer o que ainda nos amarra?
O que é realmente ser livre?
Quando falamos em liberdade, estamo-nos referindo à liberdade completa ou à libertação de uma certa coisa inconveniente, desagradável ou indesejável?
Gostaríamos de ficar livres de lembranças dolorosas e desagradáveis e de nossas experiências infelizes, conservando, porém, nossas aprazíveis e satisfatórias ideologias, fórmulas e relações. Mas, conservar uma coisa sem a outra é impossível, porque o prazer é inseparável da dor.
Então, como alcançar a verdadeira liberdade?
É preciso uma formidável revolução interior, passar por uma transformação interna radical.
Como reconhecer o que ainda nos amarra?
O que é realmente ser livre?
Quando falamos em liberdade, estamo-nos referindo à liberdade completa ou à libertação de uma certa coisa inconveniente, desagradável ou indesejável?
Gostaríamos de ficar livres de lembranças dolorosas e desagradáveis e de nossas experiências infelizes, conservando, porém, nossas aprazíveis e satisfatórias ideologias, fórmulas e relações. Mas, conservar uma coisa sem a outra é impossível, porque o prazer é inseparável da dor.
Então, como alcançar a verdadeira liberdade?
É preciso uma formidável revolução interior, passar por uma transformação interna radical.
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Projeto Liberdade
Iniciei o Projeto Liberdade no dia 06 de Fevereiro de 2010, quando resolvi escrever na parede do meu quarto a palavra: LIBERDADE.
Descobri que é o que eu busco todos os dias.
Mas o que é a liberdade? Como alcançar a verdadeira liberdade?
Precisamos decidir se desejamos ou não sermos completamente livres. E se dizemos que o desejamos, é preciso compreender a natureza e a estrutura da liberdade.
Assim, através de uma revisão bibliográfica, vou "costurando" opiniões, idéias e informações de diferentes autores, para servir como uma espécie de guia, de cartilha para minha vida.
Descobri que é o que eu busco todos os dias.
Mas o que é a liberdade? Como alcançar a verdadeira liberdade?
Precisamos decidir se desejamos ou não sermos completamente livres. E se dizemos que o desejamos, é preciso compreender a natureza e a estrutura da liberdade.
Assim, através de uma revisão bibliográfica, vou "costurando" opiniões, idéias e informações de diferentes autores, para servir como uma espécie de guia, de cartilha para minha vida.
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