Arte, Cultura e Filosofia

“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e benefício de todos, aceite-o e viva-o.” (Sidarta Gautama, o Buda)

A mensagem é sempre examinar e ver por si mesmo. Quando você vir por si mesmo o que é verdadeiro — e esse é realmente o único modo pelo qual você pode conhecer genuinamente qualquer coisa — quando isso acontecer, aceite—o. Até aí, apenas deixe de lado o julgamento e a crítica.


"Se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco."

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sábado, 31 de julho de 2010

A experiência inédita da liberdade total


"No instante em que damos total liberdade a todos os que nos cercam, quando deixamos de desejar prender e cercear as pessoas, quando deixamos de esperar qualquer coisa delas, quando tudo o que pensamos é em dar e dar mais e nunca em tomar, então descobrimos que estamos totalmente livres do mundo. As cadeias que nos prendem caem por terra, as correntes se rompem e, pela primeira vez na vida, sabemos o que é a experiência inédita da liberdade total; livres de todas as restrições humanas, seremos, com disposição e alegria, servos apenas do nosso Eu Superior."
(Dr.Edward Bach, criador das essencias Florais de Bach)

quarta-feira, 21 de julho de 2010

Kierkegaard e a angústia


O filósofo dinamarquês Kierkegaard escreveu em um de seus tratados:

"Se o homem fosse um animal ou um anjo, não sentiria angústia. Mas, sendo uma síntese, angustia-se. E tanto mais sente a angústia, quanto mais humano for."

Para o filósofo, a angústia é o fruto estonteante da liberdade humana.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Hoje li um texto que me inspirou a escrever um poema...


Dança = Liberdade?

A dança na liberdade ou
Liberdade na dança
A dança nasceu da idéia da liberdade
Liberdade para ser, para se expressar, para criar
Liberdade nos movimentos
Liberdade de experimentar
A vibração pulsante do coração
É uma forma de pensar
De soltar as amarras
Acertar alguns passos
Conhecer limites
Definir um propósito
Entender o sentido
Entender os sentidos
Investigando o corpo
Estamos continuamente buscando a liberdade
Dançando,
Em cada passo,
em cada pensamento,
em cada sentimento,
em cada movimento,
em cada momento
encantamento
Em cada batida do coração
Em cada respiração
Em cada inspiração
Transpiração
Inspirar
Se inspirar
Expirar
Transpirar
Se libertar
Libertar o corpo
Libertar a mente
Libertar simplesmente
É a maneira de se comunicar
Com a alma
Com o corpo
Com o outro
É a religião não falada
E sim dançada
Liberdade é fazer a alma florescer
Dançar é fazer a alma florescer
Liberdade é dançar
Dançar com a vida
Dançar a dança da vida
Simplesmente viver a liberdade
Ser você mesmo
E amar.

(Gabriela M Borges)

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Temos que aprender a reconhecer aquilo que nos aprisiona (e seguir livre, leve e solto)


Pedro Kupfer, em seu artigo “Coração, iluminação e liberdade escreve: “O destino individual é definido por cada um de nós, pois, sendo dotados de livre arbítrio, podemos sempre optar entre o bem e o mal e, conseqüentemente, libertar-nos dos condicionamentos para, por fim, sairmos da roda do samsara.

Porém, conforme o erro existencial vai agravando-se, nossas crenças e medos vão se cristalizando e acabamos por nos assemelhar a uma pupa, presa dentro do casulo que ela mesma teceu, e da qual não pode mais sair.

Quase todos nós, seres humanos, somos como a pupa que não consegue se libertar e que, não tendo forças para sair da prisão fabricada por si própria, acaba morrendo dentro dela. Não conseguimos transcender nem conseguimos enxergar a realidade que se esconde por trás do mundo das aparências.

Gastamos tanta força na construção dos nossos casulos que não nos sobra fôlego para sair deles. Esses casulos são tecidos pelos nossos próprios desejos, crenças, instintos, vontades e atitudes, além dos bens materiais que conquistamos ou pelos quais aprendemos a lutar."

Krishnamurti acreditava que, ao se livrar do enorme peso das tradições, religiões e ideologias e do seu próprio passado, o indivíduo ganhava uma carga extraordinária de energia e vitalidade. Criava então, condições internas e força suficientes para ser livre. A própria energia disponível tornava-se o combustível da mutação necessária para a transformação.

“Todas as formas exteriores de mudanças, produzidas pelas guerras, revoluções, reformas, pelas leis e ideologias, falharam completamente, pois não mudaram a natureza básica do homem e, portanto, da sociedade.” (J. Krishnamurti)