Arte, Cultura e Filosofia

“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e benefício de todos, aceite-o e viva-o.” (Sidarta Gautama, o Buda)

A mensagem é sempre examinar e ver por si mesmo. Quando você vir por si mesmo o que é verdadeiro — e esse é realmente o único modo pelo qual você pode conhecer genuinamente qualquer coisa — quando isso acontecer, aceite—o. Até aí, apenas deixe de lado o julgamento e a crítica.


"Se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco."

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Brighter Than The Moon!

Minha amiga Chris Jolie falou que eu precisava assistir o clip desta música e prestar atenção na letra.

Adorei!



Do you ever feel
Like a plastic bag
Drifting through the wind
Wanting to start again

Do you ever feel,
Feel so paper thin
Like a house of cards
One blow from caving in

Do you ever feel
Already buried deep
Six feet under screams
But no one seems to hear a thing

Do you know that there’s
Still a chance for you
Cause there’s a spark in you

You just gotta
Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the 4th of July

Cause baby you’re a firework
Come on show ‘em what you’re worth
Make ‘em go “Ah, ah, ah!”
As you shoot across the sky “Ah, ah!”

Baby you’re a firework
Come on let your colors burst
Make ‘em go “Ah, ah, ah!”
You’re gonna leave them all in “awe, awe, awe”

You don’t have to feel
Like a wasted space
You’re original,
Cannot be replaced

If you only knew
What the future holds
After a hurricane
Comes a rainbow

Maybe a reason why
All the doors are closed
So you could open one that leads
You to the perfect road

Like a lightning bolt,
Your heart will glow
And when it’s time, you’ll know

You just gotta
Ignite the light
And let it shine
Just own the night
Like the 4th of July

Cause baby you’re a firework
Come on show ‘em what you’re worth
Make ‘em go “Ah, ah, ah!”
As you shoot across the sky “Ah, ah!”

Baby you’re a firework
Come on let your colors burst
Make ‘em go “Ah, ah, ah!”
You’re gonna leave them all in “awe, awe, awe”

Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
It’s always been inside of you, you, you
And now it’s time to let it through

Cause baby you’re a firework
Come on show ‘em what you’re worth
Make ‘em go “Ah, ah, ah!”
As you shoot across the sky “Ah, ah!”

Baby you’re a firework
Come on let your colors burst
Make 'em go “Ah, ah, ah!”
You’re gonna leave them all in “awe, awe, awe”

Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon
Boom, boom, boom
Even brighter than the moon, moon, moon

domingo, 13 de fevereiro de 2011

CISNE NEGRO

no palco da vida...


“ Uma garota virginal, pura e meiga, presa no corpo de um cisne. Ela deseja liberdade, mas apenas um amor verdadeiro pode quebrar o feitiço. Seu desejo quase se concretiza, na forma de um príncipe. Mas antes que ele declare seu amor, a luxuriosa gêmea, O Cisne Negro, o engana e o seduz. Devastado, O Cisne Branco sobe em um penhasco, e se mata. E na morte, encontra a liberdade. ”

Esse é o enredo do filme O Cisne Negro, baseado no balé dramático O Lago dos Cisnes criado por Tchaikovsky. Em O Cisne Negro podemos ver a atuação de Natalie Portman como Nina Sayers, uma bailarina movida pela busca da perfeição e o desejo de superação. Ela anseia desesperadamente tornar-se a principal bailarina da companhia de Thomas Leroy (Vincent Cassel), e interpretar as irmãs gêmeas: Cisne Negro (Odile) e Cisne Branco (Odete). Por compartilhar das mesmas características que Odete – pureza, doçura e inocência – Nina não encontra dificuldades em interpretá-la, o problema é viver a ousada Odile, o oposto da personagem de Portman.

Quando assisti no cinema o filme Cisne Negro, imediatamente conectei o filme com o livro que eu estava lendo O Efeito Sombra. Isto porque em o Cisne Negro, Nina (Natalie Portman) faz o papel de uma bailarina que precisa incorporar não somente o Cisne Branco (no qual ela é perfeita para o papel), mas também precisa incorporar o Cisne Negro. Para isto, Nina precisa explorar um lado que andava reprimido, esquecido, e desacordado. Em outras palavras, precisava explorar a sua sombra, e ficar cara a cara com ela.
Já Lily, uma outra bailarina da companhia, é perfeita para o papel do Cisne Negro, pois mesmo não tendo os movimentos tão perfeitos, emociona, deixa-se levar, deixa fluir.
É como se Nina, para conseguir o papel precisasse estar pronta para embarcar nessa jornada e reivindicar seu eu completo, seu self bom e seu irmão gêmeo "perverso".
Mas é importante ressaltar que o Cisne Negro não tem conotação negativa. Muito pelo contrário: ele representa o nosso lado em que deixamos fluir a nossa essência, nossos sentimentos, emoções e sensações mais primitivas. Encaramos de frente a nossa sombra e assumimos nossa real identidade, sem máscaras, sem medo. Como diz Debby Ford no livro O Efeito Sombra: "é irônico que, para encontrar a coragem de levar uma vida autêntica, você terá que entrar nos cantos escuros de seu self mais forjado."

Saí do cinema pensando que assim como Nina, preciso aprender a vivenciar mais o meu lado Cisne Negro. Lembrei muito das palavras de Debby no livro: "A busca pela vida perfeita, o papel perfeito, a personalidade perfeita, sempre nos deixará frustados - mesmo obtendo o que queremos - pela simples razão de sermos mais que um punhado de qualidades que se encaixam caprichosamente ao ideal do ego. No processo de tentar expressar apenas esses aspectos que acreditamos garantir a aceitação pelos outros, abafamos alguns de nossos traços mais valiosos e interessantes, e nos sentenciamos a uma vida de repetição do mesmo drama, como o mesmo roteiro batido."
A autora diz que ao vedarmos a escuridão (nosso Cisne Negro?), recemos a espreita dentro de nós, porque tememos a destruição que isso pode nos causar (como no caso de Nina), além de abafarmos outros aspectos que anseiam a expressão, como a força, o sucesso, o nosso lado sexy, engraçado, brilhante e poderoso.
"Um dos aspectos mais empolgantes de ser humano é o fato de haver literalmente centenas de partes inspiradoras, úteis e poderosas que estão adormecidas, ansiando para sair da sombra e ser integradas ao todo do self. Há uma imensa variedade de sentimentos maravilhosos esperando por uma oportunidade de se deslocarem no corpo, trazendo novas sensações e novos níveis de felicidade, alegria e prazer. Realmente não podemos desfrutar da vastidão de quem somos, porque esquecemos quem somos além das fronteiras das barreiras restritivas internas que impusemos ao nosso mundo emocional.
Para voltarmos a nos inspirar em qualquer área da vida, só precisamos olhar e ver qual dos aspectos ou personagens sombrios saíram do ângulo da visão, encontrar maneiras seguras e apropriadas para que eles possam se expressar e convidá-los de volta ao palco."

E para terminar: "Precisamos nos desafiar (assim como fez Nina, porém sem ir ao extremo) e aceitar todas as facetas de nossa humanidade; de outro modo, os personagens que foram expulsos do palco, agora reprimidos, se tornarão os orquestradores silenciosos de nossa vida secreta."

E quem assistiu à cena do filme em que a bailarina finalmente se apresenta e encarna o Cisne Negro, sabe da liberdade que estou falando.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

A consciência liberta, o amor une, e o orgulho não leva a nada...

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

FIB X PIB

FIQUE FELIZ! O GOVERNO DO REINO UNIDO QUER MEDIR BEM-ESTAR

LONDRES – Sentindo-se bem? Frustrado? Fantástico? O governo britânico realmente quer saber. Autoridades britânicas disseram na 2a feira que começarão a medir a felicidade nacional além de avaliar mais informações tradicionais como níveis de renda e o medo de crime violento.
O novo plano está alinhado com a proposta de campanha do Primeiro Ministro David Cameron, que prometeu, durante a eleição geral no início deste ano, medir os níveis subjetivos de bem-estar enquanto o governo estiver colhendo dados sobre os seus cidadãos.
Planos detalhados ainda não foram divulgados, mas se espera que novas perguntas sejam formuladas pela responsável pela estatística nacional Jil Matheson no final deste mês, para que sejam incluídas num levantamento a ser feito durante a próxima primavera. Ela disse na 2a feira que essa mudança de política é bem-vinda.
“Existe um crescente reconhecimento internacional de que para se medir o bem-estar e o progresso há a necessidade de se desenvolver uma visão mais compreensiva, em vez de ficar se concentrando somente no Produto Interno Bruto” disse ela.
A decisão de se olhar para além de simples medidas monetárias é parte de um movimento da “ciência da felicidade”, que se enraizou em diversos outros países, incluindo França e Canadá, na medida em que autoridades e acadêmicos estudam o fracasso da elevação dos padrões de vida nas recentes décadas quanto a gerar uma elevação similar no contentamento pessoal.
O presidente da França Nicolas Sarkozy chegou a uma conclusão semelhante, há dois anos atrás, quando pediu que dois economistas ganhadores de prêmios Nobel elaborassem meios para medir fatores de qualidade de vida, além dos meros fatores econômicos, quando a França estivesse estudando suas opções de políticas públicas.
O Canadá também desenvolveu um índice nacional de bem-estar, um conceito que teve como pioneiro um reinado no Himalaia, o Butão.
O levantamento faz aos cidadãos canadenses perguntas subjetivas tais como “O quanto você desfruta da sua vida”? e “Você se sente confortável com o seu nível atual de dívidas”?
Mas além disso o levantamento também pergunta sobre os valores mais fundamentais, padrões de vida e identificação com minorias ou outros grupos étnicos. Provavelmente o levantamento britânico deverá utilizar uma abordagem similar.
Richard Layard, um professor emérito da Escola de Economia de Londres, que tem contribuído para os estudos governamentais britânicos no tocante a qual seria a melhor maneira e se medir a felicidade, elogia essa tendência.

“Eu acho que é maravilhoso”, disse ele. “É algo que eu e outros temos advogado por algum tempo. Baseia-se na idéia de que a menos que você meça as coisas certas, você não fará as coisas certas”. Ele também disse que o foco dos atuais levantamentos governamentais apenas noavanço econômico levaram as pessoas a ficarem obcecadas com as suas rendas em detrimento de outros fatores que podem levar a vidas felizes e produtivas.

Os dados no Reino Unido, EUA e outros países mostram que os níveis de felicidade têm permanecido mais ou menos estáticos mesmo quando a renda disponível e a
segurança econômica aumentaram substancialmente em termos reais durante a grande expansão do pós guerra nas economias ocidentais.

Esse fenômeno, freqüentemente chamado de “Paradoxo de Easterlin”, em homenagem ao economista americano Richard Easterlin, é citado no relatório para o mês de setembro do Escritório Britânico para Estatística Nacional, declarando que “os níveis de satisfação com a vida e felicidade na Inglaterra não têm subido desde os anos 1950, a despeito do crescimento econômico sem precedentes”.
Isso sugere que mais do que uma expansão econômica, tradicionalmente medida por
níveis de renda e produções internas brutas, seja necessária para que as pessoas sintam contentamento em suas vidas.

O professor da Universidade de Londres Richard Schoch, autor do livro The Secrets of
Happiness(“Os Segredos da Felicidade” numa tradução livre) disse que o governo britânico se entrosa bem com o slogan “Grande Sociedade” utilizado pelo Primeiro Ministro Cameron.

“Isso se encaixa perfeitamente com a agenda da Grande Sociedade porque a maioria das organizações cívicas foca em temas ligados à qualidade de vida” disse ele. “Esse levantamento então se torna a ferramenta para coletar dados relevantes para as iniciativas da Grande Sociedade”, disse ele.



(Por GREGORY KATZ, da Associated Press/ Instituto Visão Futuro)

FIB - FELICIDADE INTERNA BRUTA

Em 2007 fiz um curso de Biopsicologia no Intituto Visão Futuro, uma ecovila coordenada pela Dra. Susan Andrews. Foi ela quem me apresentou a idéia do FIB - Felicidade Interna Bruta.

Felicidade Interna Bruta
(FIB) ou Gross National Happiness (GNH) é um conceito de desenvolvimento social criado em contrapartida ao Produto Interno Bruto (PIB). Segundo ela, refletir a respeito das fontes da nossa verdadeira felicidade pode ser um dos mais poderosos antídotos para a nossa atual angústia.

FIB é baseado na premissa de que o objetivo principal de uma sociedade não deveria ser somente o crescimento econômico, mas a integração do desenvolvimento material com o psicológico, o cultural e o espiritual - sempre em harmonia com a Terra.

As nove dimensões do FIB são: bem-estar psicológico, saúde, uso equilibrado do tempo, vitalidade comunitária, educação, cultura, resiliência ecológica, governança e padrão de vida.



Acho que é com este tipo de consciência e atitude que iremos nos tornar todos países de primeiro mundo, superdesenvolvidos e ecologicamente corretos!
Sem esquecer de que o FIB serve (ou deveria servir) para todos os seres sencientes!

Para saber mais acesse:
http://www.visaofuturo.org.br
http://www.felicidadeinternabruta.org.br/

sábado, 29 de janeiro de 2011

XINGU VIVO PARA SEMPRE



Apoie os direitos indígenas e o livre curso dos rios.
Assine uma petição para acabar com a mostruosa barragem de Belo Monte na Amazônia! http://tinyurl.com/PareBeloMonstro

Clique aqui para acessar o site:
Salve o Rio Xingu




Índios Kayapó no Encontro

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011


“A música nasceu livre e seu destino é conquistar a liberdade”
(Ferrucio Busoni)