Arte, Cultura e Filosofia

“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e benefício de todos, aceite-o e viva-o.” (Sidarta Gautama, o Buda)

A mensagem é sempre examinar e ver por si mesmo. Quando você vir por si mesmo o que é verdadeiro — e esse é realmente o único modo pelo qual você pode conhecer genuinamente qualquer coisa — quando isso acontecer, aceite—o. Até aí, apenas deixe de lado o julgamento e a crítica.


"Se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco."

domingo, 27 de abril de 2014

Quant je puis


A aula sobre o Modernismo Brasileiro me marcou de uma maneira impressionante. O meu professor, Giancarlo Hannud, é um desses professores inesquecíveis: inteligentíssimo ao extremo, engraçado, focado, atencioso e super receptivo.  Assim, acho que ninguém melhor do que ele para apresentar de forma tão interessante e sucinta esta fase que teve muito o que falar na história da arte no Brasil. Depois da aula não consegui parar de pensar em tudo o que ele disse, em todos os artistas, em todos os acontecimentos.
 

Um dos artistas que mais me chamou a atenção foi Flávio de Carvalho, uma das figuras mais irreverentes, provocadoras, interessantes e multifacetadas da segunda fase do Modernismo brasileiro, considerado precursor do artista multimídia e da performance.
Para completar, fui na exposição que está tendo dele na OCA: Flávio de Carvalho - A Experiência como Obra. E com a ajuda do monitor, consegui absorver ainda mais sobre o seu trabalho e seu universo misterioso.

Retrato de Mário de Andrade


 Retratado por muitos artistas na época, Mário de Andrade disse que ninguém teria retratado tão bem o seu lado feio e sombrio como o fez Flávio de Carvalho nesta pintura.


Retrato de Sérgio Milliet
A sua pintura, como diz o professor Hannud, acaba virando quase uma performance.



sexta-feira, 25 de abril de 2014

Karma Free

Aprendi hoje com uma grande amiga minha que é budista,
que na vida não existe o certo e o errado.
O que existe é gerar mais ou menos sofrimento e dor.
Daí, é só escolhermos!












O bom é ser Karma Free para
podermos ser felizes e serenos
podermos viver no amor e na compaixão
podermos viver livres do medo e da dor
e possamos realizar a nossa natureza divina
e sermos livres!

♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥♥

quarta-feira, 23 de abril de 2014

A. VOLPI


Quanto mais eu estudo e conheço sobre o artista Alfredo Volpi, mais apaixonada eu fico pela Arte....

Logo na entrada da exposição VOLPI - A EMOÇÃO DA COR:
Sua simplicidade era de natureza monástica

Bandeirinhas de Volpi na Galeria de Arte Almeida e Dale
"Minhas bandeirinhas não são bandeirinhas; são só o problema das bandeirinhas" (A. Volpi)

Paleta do Mestre da Cor
























No momento estão tendo duas exposições de A. Volpi em São Paulo, uma é no MAC USP (nova sede) e a outra é na Galeria de Arte Almeida e Dale. As duas exposições se completam, e dão um panorama da trajetória artística deste que é uma rara unanimidade na arte brasileira. Imperdível!

Masao Yamamoto

É muito bom quando temos um professor em quem confiamos, como um mestre, que ajuda a abrir o nosso olhar. Sempre que o meu professor de História da Arte, Prof. Rodrigo Naves, indica alguma exposição ou palestra eu procuro ir, para ir aprendendo a entender e a compreender a Arte, saber discernir melhor e ir treinando o meu olhar neste sentido.

Fui conhecer então o trabalho do fotógrafo Masao Yamamoto (Japão), já que meu professor falou de como a exposição tem um frescor e é de um lirismo impressionante.


O que pude constatar foram fotografias muito delicadas e sutis, de forte expressão japonesa, totalmente analógicas e em pequenos formatos. Em A Box of Ku (segunda série das três que formam a exposição) são encontradas imagens amareladas e com contraste acentuado. Interessante que as imagens são expostas as ações externas, em alguns casos o artista carrega as pequenas fotografias em seu bolso, e com isso o papel fotográfico sofre algumas alterações: manchas, rasgos e vincos.

As fotografias dele têm pequenas dimensões, a maioria delas, como o artista mesmo diz, cabe na palma da mão, como um pequeno objeto que recolhemos e olhamos com cuidado, (...)" A escala das fotos de Yamamoto, por si só, convida a esse modo de estar no mundo.
A maioria dos assuntos parece resultar de seus passeios munido de câmera e atenção. E a atenção, ensina o artista, nunca é passiva. (Agnaldo Farias - crítico e curador )




 "Estou mais do que nunca convencido de que a fotografia foi criada quando os humanos desejaram capturar a luz. A captura da luz é a essência da fotografia." (Masao Yamamoto)



"Buda ensinou que uma pessoa começa a viver para a morte no dia em que nasce, e não há nada mais óbvio que isso", comenta Yamamoto.

Arte

Foto exposição MAC/USP

"Arte é saber lidar com a morte".

(Ary Perez - amigo, artista, engenheiro, arquiteto)

sexta-feira, 3 de janeiro de 2014

Sorvete de Papaya com Cassis




Quando vou cozinhar em datas especiais, gosto de caprichar também na sobremesa.
E na minha família todos adoram Sorvete de Papaya com Cassis. Sempre opto por receitas mais naturais e saudáveis, então criei uma receita de sorvete em uma versão lac-free/gluten-free deliciosa. Nem preciso dizer que foi super aprovada por todos e compartilho aqui com vocês:


Ingredientes:

1 xícara de leite de arroz com amêndoas*
1 mamão papaya (se for orgânico melhor)

400g de creme de leite de soja**
400g de leite condensado de soja
3 colheres de sopa de Xarope de Rosas*** (Geralmente encontro em lojas de produtos indianos. Eu compro sempre na loja anexa ao restaurante Gopala Hari, em SP)


Calda:
Licor de Cassis (opcional)


* Você pode substituir o leite de arroz com amêndoas por leite de soja.
** Você pode utilizar o creme de arroz no lugar do creme de leite de soja. 
*** Se você não tiver o xarope você pode fazer sem, pois também fica delicioso!


Modo de preparo:

Coloque o mamão papaya, o creme de leite de soja e o leite condensado de soja no liquidificador e deixe batendo por 1 ou 2 minutos.
Coloque em uma tigela e leve ao freezer. Deixe congelando por 2 horas ou mais. Retire do freezer, coloque o creme já congelado de volta no liquidificador, acrescente o leite de arroz com amêndoas, o xarope de rosas e bata novamente. Você perceberá que a mistura adquiriu uma cremosidade maior. Leve ao freezer novamente e depois de 2 ou 3 horas já estará pronto para ser servido.


(Rende aproximadamente 10 porções generosas)

Para servir:
Coloque o Sorvete de Papaya em uma taça grande e regue com o licor de cassis a gosto por cima.


Prepare-se para os elogios!

terça-feira, 10 de dezembro de 2013

Drinque de Gengibre

Provei pela primeira vez esta bebida num restaurante indiano em São Paulo que adoro, Gopala Madhava.  Minha irmã e eu bebemos vários desse drinque de gengibre, e nos divertimos muito naquele dia.
A Gisele, minha irmã, é minha parceira na cozinha, e além das jantinhas aqui em casa, todo natal da família a ceia é por nossa conta. Então, nos empolgamos e compramos até o livro de receitas do cardápio do restaurante, que tem esta e outras receitas da cozinha indiana maravilhosas e super fáceis de fazer. 


Então, a pedidos, segue a receita do Drinque de Gengibre.

Drinque de gengibre




Rendimento: 10 porções
Tempo de Preparo: 1 hora


Ingredientes:
- 1 xícara de gengibre ralado
- 1 litro de água
- 1 xícara de suco de limão
- 1 1/2 xícara de mel
- 1/4 xícara de açúcar

Modo de Preparo

Cozinhe o gengibre com a água, deixando ferver por 5 minutos. Deixe esfriar. Bata no liquidificador por alguns segundos e coe. Acrescente o suco de limão, mel e o açúcar e mexa bem. Leve a geladeira por 30 minutos.

(Dica: o sabor desta bebida dever ser ardido, azedo e doce na mesma intensidade)


Uma dica para quem quiser conhecer o restaurante é aproveitar o passeio pela Rua Augusta e ir no Espaço Itaú de Cinema, que tem vários filmes cult, as salas acabaram de passar por uma reforma e sempre tem bastante gente descolada.