Arte, Cultura e Filosofia

“Não acredite em algo simplesmente porque ouviu. Não acredite em algo simplesmente porque todos falam a respeito. Não acredite em algo simplesmente porque está escrito em seus livros religiosos. Não acredite em algo só porque seus professores e mestres dizem que é verdade. Não acredite em tradições só porque foram passadas de geração em geração. Mas depois de muita análise e observação, se você vê que algo concorda com a razão, e que conduz ao bem e benefício de todos, aceite-o e viva-o.” (Sidarta Gautama, o Buda)

A mensagem é sempre examinar e ver por si mesmo. Quando você vir por si mesmo o que é verdadeiro — e esse é realmente o único modo pelo qual você pode conhecer genuinamente qualquer coisa — quando isso acontecer, aceite—o. Até aí, apenas deixe de lado o julgamento e a crítica.


"Se um cego guiar outro cego, cairão ambos no barranco."

quarta-feira, 8 de maio de 2013

CALDO PERFUMADO DO ORIENTE

Com o friozinho chegando, nada melhor do que um sopa especial para manter a alma aquecida.
Então, aqui vai a receita de um caldo perfumado de especiarias que é uma delícia!


 












Colocar para cozinhar em 2 litros de água, 2 fatias de gengibre fresco, 10 cravos, um pedaço de canela em rama, um talo de capim-limão, um pedacinho de pimenta-malagueta, 5 anis estrelados, 5 cardamomos socados. Deixar ferver até exalar um perfume delicioso. Então, coar este caldo e separar a água perfumada. Reservar.
Refogar separadamente 2 cenouras médias cortadas em palitinhos, 2 xícaras de vagem cortada em diagonal, 1 xícara de tofu cortado em cubos e um pedaço de pimentão vermelho cortado em tiras grandes.
Acrescentar no caldo todos os legumes que foram refogados separadamente, temperar com shoyu e finalmente adicionar 2 xícaras de bifum (macarrão de arroz).
Para decorar, corte cebolinha-verde no sentido longitinal, pedaços grandes e bem fininhos. Acrescentar ao caldo já desligado.

(Rendimento para 4 pessoas)


Receita do livro "Vegetarianismo - Sustentando a vida", de Maria Laura Packer.

domingo, 5 de maio de 2013

I Wish I Knew How It Would Feel To Be Free



I wish I knew how it would feel to be free
I wish I could break all the chains holding me
I wish I could share all the love that's in my heart
I wish you could know what it means to be me
Then you'd see and agree that every man should be free
I wish I could give all I'm longin' to give
I wish I could live like I'm longin' to live
I wish I could do all the things that I can do
Yes I'd know
Oh, I'd know
How it feels
How it feels
To be free

quarta-feira, 13 de março de 2013

Vontade, Bondade e Liberdade



 

"Eu nunca acreditei que a sobrevivência fosse um valor último. A vida, para ser bela, deve estar cercada de vontade, de bondade e de liberdade. Essas são as coisas pelas quais vale a pena morrer".
(Mahatma Gandhi - citação no livro Variações sobre o prazer, de Rubem Alves)




Presenting: Yogini Marilyn Monroe!


 

Adoro estas fotos da Marilyn praticando asanas! 
Primeiro porque sou muito fã da Marilyn, já assisti a muitos dos seus filmes e as comédias que ela faz são muito sutis e cheias de charme. 
E segundo porque ela foi aluna de Indra Devi, quem muitos consideram como a primeira "lady" do yoga. Isso lá pelos anos 40.
Dizem que a Marilyn e o Elvis foram os primeiros Yoga Superstars. 

Marilyn praticando invertidas.

Marilyn em Dhanurasana.
Marilyn na postura do arado.
Marilyn em Navasana.




Até nas posturas de yoga a Marilyn sabe posar para a foto! Gosto muito das expressões dela praticando. É claro, ao estilo Marilyn de ser, mas me passa uma sensação de leveza e contentamento. ♥ E dá muita vontade de praticar ♥  Assim, livre.




Om Namah Shivaya

"Sou livre quando amo o que faço (e não necessariamente faço o que amo).
Sou livre quando aceito que o mais importante é a minha consciência.
Sou livre quando sei que na hora que as coisas não sairam como queríamos é sempre tempo de recomeçar outra vez.
Sou livre quanto sou capaz de amar o instante da vida que eu tenho nas mãos."


terça-feira, 30 de outubro de 2012

Sujeito da Transgressão


Quadro "Sujeito da Transgressão", na exposição "À Deriva" - Rumos - Itaú Cultural, em Joinville


Sem título


Antes de saber quem eu sou, preciso saber quem eu não sou.

O anonimato me fascina.

Deus, livrai-me de ser normal.